Encaro ávida sua fotografia. O grito silencioso arde aqui no peito. Espalha-se lentamente a dor aguda, e sofro. Por um amor perdido, uma amizade morta, perdida no tempo, e no espaço.
Vai doer, Victor, vai doer. Quem sou eu pra dizer? Mas digo e repito: aqui você fez-se gente. Aprendeu. Se virou. E nessa virada, me levou junto. Olha quanto eu cresci desde que você chegou. Olha! É gritante. É absurdo. Olha o quanto eu aprendi! Fui ao céu e voltei.
Fechar os olhos e não te ver mais. É isso? Não quero. Volta para os meus sonhos, volta. E aí poderemos retomar de onde paramos. Ser quem somos, unidos. Me prende no seu abraço e eu juro chorar quieta, sem sofrer. Me prende no seu abraço, e jura me proteger. Me lembra de quem eu sou quando eu esquecer. Me lembra de cuidar de mim quando eu esquecer. Me mostra, que a vida dói e amacia. Me tira as lágrimas que agora caem tão densas, e devastadoras.
Estou me negando a aceitar que você vai. Cada centímetro de mim está. É demais para digerir. Sua partida, Victor, é de longe a mais difícil. A alma mais pura, mais amena, deveria estar por perto para curar, e ser curada. Só lhe peço de não esqueça de mim. Espero que o que você fez/foi para mim eu tenha sido/feito para você.
Darling your smile will guide me forever. I won't stop missing you, and I want you to know, there will never be someone better than you. I wish you the best, and I know you wish me too. I know you'd stay if you could, but dont worry, I've got you in my heart my dear. Love you.
''Não é adeus, é até logo.''
17 de junho de 2012
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