Hoje o espelho quebrou; sete anos de azar? Diga-me. Sete, realmente? Parece que vão ser muitos mais.
Quando você for embora, não esqueça de fechar a porta, e limpar a calçada. Eu não quero ninguém aqui.
Se sumo ou se existo, é questão minha, só minha.
Passo, os dias, na valência da tranquilidade e da calmaria.
Eu não preciso de alvoroço.
15 de julho de 2012
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